TODOS OS COMUNISTAS/SOCIALISTAS/NAZISTAS DANÇA A DANÇA-DAS-MARIONETES… BOA SORTE AI CABEÇA-DE-VENTO
“Quem pensa por sí mesmo é livre, e ser livre é coisa muito séria” – Renato Russo
“Karl Marx construiu toda a sua teoria em cima de uma idéia errada herdada dos economistas clássicos: A teoria do Valor Trabalho. Segundo a teoria do Valor Trabalho, o valor real de uma mercadoria era definido pela quantidade de trabalho investido na sua produção.
Com base nisso, Marx arroga ter descoberto o conceito da Mais Valia que dizia o seguinte: Se a mercadoria vale a quantidade de trabalho investida na sua produção, para que o patrão, que não trabalha diretamente, tenha lucro, ele precisa pagar aos funcionários, um valor menor do que o trabalho que eles investiram na produção da mercadoria. Dessa forma os patrões exploram o proletariado.
Porém Marx estava errado em vários pontos, desde o diagnóstico do problema, até a sua solução. A Teoria do Valor Trabalho foi refutada pela teoria da Utilidade Marginal, desenvolvida simultaneamente por três economistas: Stanley Jevons na Inglaterra, Leon Walras na França e Carl Menger na Áustria. Os três, ao mesmo tempo, em países diferentes e praticamente sem entrar em contato um com o outro, perceberam que o que confere valor a uma mercadoria não é o trabalho, mas a sua utilidade.
Uma mercadoria que exigiu muito trabalho pra ser produzida não terá nenhum valor se não for útil. Portanto, é a utilidade que as pessoas conferem às mercadorias que determina seu valor. Os custos de produção, entre eles o do trabalho, é que precisa se ajustar aos preços de mercado.
Especula-se que este desmascaramento esteja por trás da atitude de Marx de adiar a publicação dos volumes seguintes da sua obra máxima: O Capital, que só foram publicados após sua morte, por Engels.
Outros economistas posteriores como Ludwig von Mises e Friedrich A. Hayek dariam mais detalhes sobre a inviabilidade do socialismo, explicando que dessa forma, a única maneira de medir a utilidade de um produto é através do mecanismo de oferta e demanda do livre mercado.
Se o livre mercado é suprimido, não há o mecanismo de oferta e demanda, se não há livre equilíbrio entre oferta e demanda, a economia se torna um caos. Por isso, abolir o mercado e concentrar as decisões econômicas no estado que tenta calcular o preço das mercadorias com base no trabalho é impossível e tende ao fracasso.”
http://www.porcocapitalista.com.br/2014/01/6-fatos-que-seu-professor-esquerdista.html
TODOS OS COMUNISTAS/SOCIALISTAS/NAZISTAS DANÇA A DANÇA-DAS-MARIONETES… BOA SORTE AI CABEÇA-DE-VENTO
“Quem pensa por sí mesmo é livre, e ser livre é coisa muito séria” – Renato Russo
quem acabou com o nazismo foi a União Soviética… os nazistas perseguiam os comunistas… por favor… vai estudar e pára de ser burro.
O Anahuac nunca vai entender um Renato Russo ou um David Bowie da vida se dizendo partidarista de esquerda. Só Lamentos !!
Tú não entende nada de movimento alternativo que se emergiu na virada dos anos 70/80
pra mim voce é um politiqueiro oportunista. O comunismo é um idealismo egocêntrico e egoista que levou a antiga União Soviética a recessão até quebrar toda !! o Lenin e seus sucessores só investiram em guerra enquanto o povo passava fome na mizéria! Os covardes dos ILLUMINATIS (QUE TEM SUA ORIGEM NA CULTURA MEDIEVAL GAY) matou o Czar (REI) para instituir essa babilônica república desumana que o ocidente vive até hoje !! é tudo farinha do mesmo saco
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Olá.
tenho uma pergunta… desde o debian squeeze que o Kernel Linux (recompilado pelo projeto debian) vem sem blobs (no repositório main), e tiraram todos e colocaram em outro lugar que possibilita eu instalar o debian (main) sem nenhum problema. a pergunta é: qual a diferença efetiva entre o kernel main do linux (do debian) e o linux-libre?
adendo: atualmente estou usando o Debian Stretch com o kernel do GNU linux-libre, mas fico me perguntando se teria algum problema eu utilizar o kernel sem blobs do debian main.
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O texto é muito esclarecedor, mostra bem o seu ponto vista, devia ter feito algo assim a muito tempo. Tenho 3 comentários, 1º Não seria correto chamar o o sistema livre (realmente livre!) de GNU/LINUX-libre e não GNU/LINUX pois este tem blobs? 2º Por que não incentivar o desenvolvimento do GNU/HURD, ele é a filosofia GNU como um todo, não desmerecendo o GNU/LINUX-libre e desconsiderando seu uso. 3º A engenharia reversa e as alternativas para desenvolvimento de versões livres de drivers, seria a solução para acabar com os blobs, mas isso demanda muita habilidade, por isso creio que devemos voltar ao espírito hacker dos anos 60/70/80, de volta a idéia que surgiu com o problema da impressora da xerox.
Oi Anahuac, gostei do texto, apesar de não concordar com alguns pontos, mas eu queria saber melhor a parte de “Desde esse ano ele se utiliza de uma carência legal da GPL 2 para embutir software não livre no kernel”, qual é essa carência legal? Que software não livre tem no kernel? Eu confesso que procurei um pouco e não achei nada a respeito (só o que já sabia que muitas distribuições e companhias modificam o kernel pra adicionar coisas não livres, mas até onde sei todas dizem claramente que fazem isso então não tem nada de “não contar pros usuarios”)
Gostei do texto e fiquei feliz com seu posicionamento político.
Te peço que deixe o atalho para o artigo que cita em:
“… das ferramentas do Google. Em um artigo comuniquei que estava deixando de usá-las e até escrevi um HowTo de como proceder.”
Pois estou interessado em me libertar no que for possível.